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Receita Federal reforça fiscalização contra contrabando de cigarros

Londrina – Cigarros contrabandeados são os produtos mais apreendidos pela Receita Federal (RF) em Londrina. Até o mês de outubro, 25 milhões de maços foram confiscados na região.

Os números confirmam, ainda, que o estado do Paraná é o responsável por quase metade das apreensões de cigarros que entram em todo o país.

Só em 2023 foram apreendidos quase 59 milhões de maços provindos do Paraguai.

A RF em parceria com diversos órgãos de segurança, como as polícias Federal (PF), Militar (PM) e Rodoviária Estadual (PRE), desenvolve um trabalho de fiscalização no sentido de coibir a entrada deste produto, que, em sua grande maioria, não tem origem.

Reginaldo Cardoso, delegado da RF em Londrina, informa que, em 2022, 62% dos cigarros vendidos no Brasil vieram do contrabando e, neste ano, os números já registram 49%.

Nos últimos seis anos o prejuízo, para o estado, passou da casa dos R$ 6 bilhões.

Segundo Reginaldo “sem dúvida, este é o produto que a Receita mais aprende e que mais causa prejuízos à economia da população brasileira, porque o cigarro paraguaio causa prejuízo de todas as formas. A menor delas é a sonegação. Então você tem a sonegação de impostos, você tem a concorrência desleal com o produto nacional, que está pagando impostos e é fiscalizado pela vigilância sanitária”.

A principal dificuldade da RF e dos órgãos de segurança, fiscalização e combate ao contrabando é em relação à divisa. O espaço geográfico é muito grande, principalmente na região de mata e lagos e, atualmente, essa estrutura não consegue atender a demanda.

De acordo com Reginaldo “a nossa fronteira, que é a região de Foz do Iguaçu a Guaíra e a fronteira que pega o sul de Mato Grosso do Sul, ela é o principal foco de passagem destes cigarreiros”.

PRE reforça patrulhamento contra contrabando nas estradas

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) tem ajudado a combater o contrabando de cigarros com o aumento de fiscalizações. De acordo com o capitão Glauco, comandante da PRE, as estatísticas demonstram que o volume de apreensões tem sido alto por conta da parceria entre PRE e RF.

O capitão destaca, também, a parceria com a PM, no trabalho de fiscalização de fronteiras.

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