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Paixão nacional: veja quais são os 30 melhores cafés de 2023

São Paulo – O café é segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água, mas alguns grãos podem valer ouro! Nesta semana, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) elegeu, entre mais de 600 amostras, os 30 melhores cafés produzidos no Brasil. O concurso ‘Cup of Excellence’ é o principal do setor no mundo e avalia grãos produzidos em três categorias: via seca, quando o grão é colhido seco e com casca, via úmida, quando a cereja é descascada, despolpada e desmucilada e experimental, quando o grão passa por uma fermentação induzida. Veja quais são os três melhores cafés de 2023:

O melhor café de 2023 produzido por via úmida chama-se Ipanema. Os grãos são produzidos na Fazenda Rio Verde, na cidade de Conceição do Rio Verde, em Minas Gerais, e leva o selo de Denominação de Origem Mantiqueira de Minas. O melhor café por via seca é o Orfeu, produzido na Fazenda Rainha, localizada em São Sebastião da Grama, no interior de São Paulo, e o título de melhor café experimental de 2023, categoria que começou a ser avaliada neste ano no concurso, também é foi para o Ipanema, produzido na mesma fazenda mineira.

Segundo informações da BSCA, 27 cafés foram eleitos os melhores do mundo no concurso. Entre os vencedores, seis lotes de cafés tiveram pontuação superior a 90 pontos e foram considerados cafés presidenciais. Além da lista com os 30 melhores cafés de 2023, o concurso apontou quais são os melhores grãos de acordo com a Indicação de Procedência e Denominação de Origem.

Estes cafés serão, agora, comercializados em um leilão internacional e o preço inicial dos lotes é de US$ 6,50 por libra-peso, o que equivale a mais de R$ 4,3 mil por saca, que pesa 60 quilos.

No concurso, seis cafés foram eleitos vencedores nacionais e agora, esses lotes competem com cafés produzidos por outros países. No caso destes grãos, a saca de 60 quilos tem preço inicial a partir de R$ 3,3 mil.

Conheça as três principais fazendas produtoras dos cafés premiados:

A Fazenda Rio Verde, vencedora das categorias ‘via úmida’ e ‘experimental’, foi fundada em 1887 e é a mais antiga das propriedades da Ipanema. Localizada no coração da Serra da Mantiqueira, ela tem 1.500 hectares e é um santuário natural, onde os cafés são cultivados em altitudes de até 1.300 metros acima do nível do mar, cercados por matas virgens, cachoeiras, nascentes e trilhas para caminhada.

As altitudes elevadas aliadas à topografia montanhosa, com rica flora e fauna, criam um microclima próprio, com temperaturas amenas e precipitações médias de 1.600 mm anuais, ideal para o cultivo das variedades bourbon amarelo, acaia, catuaí amarelo, topázio amarelo, mundo novo, icatu amarelo e catucaí. A diversidade do ambiente e as muitas variedades de café produzem numerosos terroirs, com todos os tipos de sabores e nuances, resultando em perfis de café mais complexos.

O conglomerado Orfeu atua há 67 anos em lavouras de café. Suas propriedades, localizadas em área montanhosa do sul de Minas Gerais e de São Paulo, são certificadas pelo Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001:2008 e pela Rainforest Alliance, que abrange práticas agrícolas adequadas à produção de café e ao bem-estar dos trabalhadores, incluindo acesso a saúde e educação.

Uma das propriedades, a Fazenda Rainha, vencedora da categoria ‘natural’, tem a maior lavoura da variedade bourbon amarelo no Brasil e os seus cafés, cultivados em altitude superiores a 1.500 metros de altitude, são famosos por sua doçura e suavidade. As condições geográficas e o excelente clima do local tornam a propriedade singular para a produção de frutos especiais, onde são assegurados produção responsável e agricultura sustentável, com monitoramento e gerência de processos e negócios de forma eficiente e efetiva, instrução e treinamento dos funcionários e rastreabilidade do café na fazenda.

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