Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 42% das intenções de voto contra 41% do senador Flávio Bolsonaro (PT) em eventual disputa de segundo turno nas eleições de outubro.
Lula virou sobre Flávio em relação à pesquisa anterior, de abril, mas o resultado ainda configura empate técnico dentro da margem de erro. No levantamento do mês passado, o parlamentar liderava numericamente com 42% contra 40% do petista.
Contra os demais nomes da direita, o atual presidente tem vantagem de 7 pontos (44% x 37%) contra Romeu Zema (Novo), de 9 pontos (44% x 35%) contra Ronaldo Caiado (PSD) e de 17 pontos (45% x 28%) contra Renan Santos (Missão).

Já no único cenário estimulado de primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto contra 33% de Flávio Bolsonaro. As taxas oscilaram dentro da margem em relação em relação a abril: 37% x 32%, respectivamente.
Os ex-governadores Caiado e Zema aparecem com 4% cada e Renan Santos marca 2%.

A pesquisa foi realizada de 8 a 11 de maio com 2.004 pessoas em entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-03598/2026.
Rejeição de Messias e Banco Master
A rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não foi vista pelos eleitores como uma traição do Congresso Nacional ao presidente Lula.
Para 53%, os senadores têm a prerrogativa de barrar um nome enviado pelo governo para o Supremo. Outros 27% disseram haver uma traição no Senado, presidido por Davi Alcolumbre (União-AP).
Apesar disso, menos de 40% os que disseram saber da notícia sobre a rejeição do advogado-geral da União para uma cadeira na Corte.
A operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI) no âmbito do caso Master foi mais disseminada e alcançou 46% dos entrevistados.
O impacto das investigações, contudo, atinge igualmente direita e esquerda. Para 46%, as fraudes no banco de Daniel Vorcaro afetam negativamente todos os espectros políticos. Só 11% acham que o efeito será maior sobre o governo Lula e 9% acreditam que a culpa cairá sobre o governo anterior, de Jair Bolsonaro.

Fonte: Genial/Quaest / SBT News

