A Secretaria Municipal de Meio Ambiente contabilizou nove remoções de colmeias de abelhas entre dezembro de 2025 e fevereiro deste ano, em diferentes bairros e locais de Ibiporã. As ações foram realizadas por meio da contratação direta de um apicultor cadastrado no município.
Todos os casos registrados são de abelha-europeia, espécie que, em caso de perturbação de enxame, pode provocar ataques múltiplos com riscos de morte para pessoas e animais.
“No ano passado, as abelhas provocaram a morte de um cachorro Pitt Bull e de galinhas, aqui na cidade. Há, também, relatos de moradores que foram atacados por abelhas, sem maiores consequências, felizmente”, relata a coordenadora da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Ariane de OIiveira. Neste ano não houve, até o momento, nenhum ataque grave provocado pelos insetos.
PROTEÇÃO – As abelhas são protegidas pela Lei nº 5197, de 1967, e não podem ser eliminadas, conforme o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
O processo para a retirada dos insetos, em Ibiporã, leva de 3 a 5 dias, dependendo do tamanho da colmeia. Ao receber a indicação da colmeia, um representante da secretaria vai até o local e avalia o caso. A depender da análise, o apicultor cadastrado no município é contactado, vai até o local e agenda com o morador a retirada da colmeia.
Em seguida, segundo a pasta, as abelhas são transportadas para um apiário localizado em Sertaneja, cidade distante a 70 km de Ibiporã.
PEDIDOS – Presencialmente, as solicitações de retiradas de abelhas podem ser feitas de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h, em dois locais: na Coordenação Administrativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Rua 19 de Dezembro, 59 – Jardim Beltrão) e na Ouvidoria Municipal (Avenida dos Estudantes, 352 – Centro).
Os pedidos ainda podem ser feitos diariamente via internet, durante 24h, pelo site da Prefeitura, na seção da Ouvidoria.

