Trump não deu mais detalhes sobre como Maduro teria sido capturado nem para onde foi levado.
O governo venezuelano ainda não confirmou a informação, mas pediu que Trump apresente provas de que Maduro está vivo.
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou que seu governo “desconhece o paradeiro de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores” e exigiu provas de vida para ambos.
Rodríguez fez essas declarações na televisão estatal venezuelana. “Exigimos do governo dos Estados Unidos provas de vida do presidente Maduro e da primeira-dama. O presidente já nos havia dito que essa situação poderia ocorrer.”
“O presidente deu instruções claras para que todos os planos de defesa da nação sejam ativados em perfeita unidade”, afirmou ainda, segundo a Agência Venezuelana de Notícias.
Os EUA haviam oferecido uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.
Isso, somado ao grande aumento da presença militar na região nos últimos meses, foi interpretado na região como um incentivo para que alguém dentro do país se voltasse contra ele.
Na quinta-feira, Nicolás Maduro, afirmou estar aberto a negociações com os Estados Unidos sobre tráfico de drogas e petróleo, “onde e quando quiserem”.
Na entrevista à TV estatal venezuelana, Maduro também evitou responder a uma declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, segundo a qual os Estados Unidos teriam atacado uma instalação de atracação na Venezuela — o que marcaria o primeiro ataque desse tipo dentro do país, supostamente realizado pela CIA.
Fonte: Agência Reuters / BBC Brasil

